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A Toyota lança no Brasil a nova geração do RAV4 com a ambição de reforçar o protagonismo do SUV mais vendido do mundo em um segmento cada vez mais competitivo. Disponível em duas versões híbridas full, S e SX, o modelo estreia em pré-venda em maio com preços a partir de R$ 317.190, chegando a R$ 349.290 na configuração mais completa. Com mais de 20 milhões de unidades vendidas globalmente, o utilitário esportivo mantém o posicionamento de versatilidade ao combinar uso urbano com capacidade fora de estrada.
A nova geração aposta em um pacote robusto de tecnologia e design para sustentar seu preço. O modelo inaugura no país a nova identidade visual da marca, com dianteira no conceito Hammerhead e proporções mais marcantes, além de melhorias aerodinâmicas que reduzem ruídos na cabine. Por dentro, o foco está na experiência digital, com painel de instrumentos de 12,3 polegadas, central multimídia de até 12,9 polegadas e integração com atualizações remotas. Recursos como head-up display, assistente de voz aprimorado e conectividade sem fio ampliam o apelo tecnológico, enquanto soluções práticas reforçam a usabilidade no dia a dia.
Sob o capô, o RAV4 adota a quinta geração do sistema híbrido da marca, com potência combinada de 239 cv e tração integral elétrica. O conjunto entrega eficiência relevante, com consumo de até 15,3 km/l na cidade, além de classificação máxima em eficiência energética. A estratégia da Toyota vai além do produto e mira o custo total de propriedade, com revisões tabeladas a partir de R$ 559 e garantia estendida de até 10 anos. Nesse contexto, o modelo busca justificar o posicionamento de preço ao oferecer não apenas tecnologia e desempenho, mas previsibilidade de custos e valor de revenda.

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O Exímia Bar inicia uma nova fase em São Paulo ao ocupar o andar superior do restaurante Locale, no Itaim Bibi, consolidando sua proposta de coquetelaria autoral com forte identidade brasileira. A reabertura, em abril, marca a evolução de um projeto que se tornou referência em menos de dois anos, ao propor uma leitura contemporânea da mixologia baseada na diversidade cultural do país. Em um ambiente intimista e sensorial, o bar reforça sua vocação como espaço de pesquisa, onde técnica, insumos locais e repertório ancestral se encontram.
À frente da operação estão os irmãos Gabriel Fullen e Nicholas Fullen, respectivamente CEO e CPO do Grupo Locale, ao lado do bartender Márcio Silva e da chef Manu Buffara, todos sócios do negócio. A carta de coquetéis, assinada por Silva, traduz essa combinação de excelência e experimentação, com criações que extrapolam o convencional e podem levar até 60 horas de preparo. Os drinques dialogam com a gastronomia de Buffara e são construídos a partir de estudos antropológicos e processos técnicos que exploram novas camadas de aroma, textura e sabor.
O reconhecimento veio rápido. O Exímia figurou entre os 10 melhores novos bares do mundo no Spirited Awards 2024, entrou no ranking The World’s 50 Best Bars 2025 e alcançou a 43ª posição no Top 500 Bars. Agora, em novo endereço, o bar amplia sua ambição de influenciar a cena da coquetelaria nacional, convidando o público a uma experiência que combina rigor técnico, narrativa cultural e constante reinvenção.

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Discrição elevada ao máximo padrão de luxo é o que sustenta o prestígio da Loro Piana, marca italiana que se consolidou como referência global em matérias-primas raras e acabamento impecável. A origem remonta ao início do século XIX, quando a família começou a comercializar lã no norte da Itália. Em 1924, Pietro Loro Piana fundou a empresa que daria forma ao negócio moderno e, ao longo das décadas seguintes, a marca construiu reputação como fornecedora de tecidos premium para a alta-costura internacional, atendendo mercados dentro e fora da Europa.
O salto estratégico veio nos anos 1970, quando Sergio e Pier Luigi Loro Piana ampliaram a atuação para produtos de luxo e iniciaram a expansão global no varejo. A obsessão pela qualidade se tornou marca registrada, com a empresa buscando algumas das fibras mais raras do mundo, como cashmere da China e Mongólia, vicunha da América do Sul e lã merino ultrafina da Oceania. Com produção integralmente baseada na Itália e controle verticalizado, a Loro Piana consolidou uma operação que alia tradição artesanal à tecnologia de ponta, garantindo peças reconhecidas pela durabilidade e excelência.
Esse posicionamento, alinhado ao conceito de luxo silencioso, sustenta o desejo em torno da marca, que hoje soma cerca de 180 lojas no mundo. No Brasil, esse apelo ganha um novo capítulo com a chegada da Loro Piana ao Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, como parte da expansão conduzida pela JHSF. A estreia integra um movimento mais amplo de atração de grifes inéditas na América Latina e reforça o protagonismo do país no radar global do alto luxo, aproximando o consumidor local de uma das maisons mais exclusivas da indústria.

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Com mais de 250 anos de história, a Breguet chega à Watches and Wonders deste ano sustentada pelo impulso de seu aniversário recente e por um dos pilares de sua identidade contemporânea: a linha Tradition. Atualizada para 2026, a coleção reforça o elo direto com o legado de Abraham-Louis Breguet, reinterpretando códigos do século XVIII em uma linguagem técnica que segue competitiva no topo da relojoaria industrial.
Lançada em 2005, a Tradition foi a primeira grande família criada sob a gestão do Swatch Group e permanece reconhecível pelo arranjo arquitetônico do movimento, com barril central e engrenagens expostas que evocam os relógios de bolso históricos da marca. Em 2026, a atualização passa menos por ruptura e mais por refinamento: novas cores contemporâneas e maior oferta de mostradores em esmalte grand feu ampliam o apelo estético, sem comprometer a fidelidade histórica que sustenta a coleção.
O destaque segue sendo o Breguet Tradition, especialmente nas versões Seconde Rétrograde e GMT, que combinam complicações clássicas com execução de alto nível. O uso de esmalte, material já adotado pelo fundador, convive agora com tonalidades ousadas, como o verde, enquanto detalhes como a massa oscilante em platina e o acabamento minucioso reforçam o posicionamento premium. O resultado é uma coleção que equilibra herança e atualização com precisão cirúrgica, mantendo a Breguet relevante em um segmento onde tradição, por si só, já não basta.

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A Bienal de Arquitetura Brasileira estreia em 2026 em São Paulo com a ambição de reposicionar o papel da arquitetura no cotidiano. Realizada no Parque Ibirapuera, no Pavilhão das Culturas Brasileiras, projetado por Oscar Niemeyer, a mostra ocupa o espaço entre 25 de março e 30 de abril. Idealizada por Anna Rafaela Torino, Raphael Tristão e Felipe Zullino, fundadores da Archa, a iniciativa nasce independente e sem fins lucrativos, com a proposta de democratizar o acesso à arquitetura e apresentá-la como ferramenta prática, cultural e acessível.
A primeira edição reúne 28 pavilhões de 100 metros quadrados, assinados por arquitetos de diferentes regiões do país e inspirados nos biomas brasileiros. Os projetos foram selecionados por concurso público e estruturam uma experiência imersiva que combina ambientes reais, ativações sensoriais e exposições. A curadoria aposta em um discurso acessível, que convida o visitante a refletir sobre como habitamos e como nossos modos de vida se conectam ao território, reforçando a ideia de que a arquitetura está presente em todas as dimensões da vida.
O pano de fundo é um desafio relevante. Pesquisa Datafolha encomendada pelo CAU Brasil em 2022 mostrou que apenas 9% das reformas no país contam com apoio de arquitetos. A bienal surge justamente para ampliar esse olhar, valorizando a arquitetura como repertório cotidiano e elemento essencial de transformação. Ao reunir diferentes “Brasis” em uma mesma plataforma, a BAB se posiciona como um novo polo cultural no calendário da cidade, conectando inovação, identidade e educação em torno do espaço construído.

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Em “As sete regras da confiança”, Jimmy Wales transforma a própria trajetória à frente da Wikipédia em um manual direto sobre um dos ativos mais escassos da atualidade. O livro parte de um paradoxo instigante: como uma enciclopédia aberta, construída por desconhecidos e inicialmente desacreditada, tornou-se uma das fontes de informação mais consultadas do planeta. A resposta está em princípios claros que sustentam relações duradouras mesmo em ambientes marcados por incerteza e desinformação.
A obra ganha força ao combinar bastidores da criação da Wikipédia com análises de empresas como Airbnb e Uber, explorando erros, acertos e decisões críticas. Wales articula essas experiências com contribuições de pesquisadores e líderes globais para defender que confiança não é um recurso estático, mas um organismo vivo que precisa ser cultivado continuamente. Em tempos de crise de credibilidade, seu argumento ecoa com precisão: sem confiança, não há conhecimento; sem conhecimento, não há progresso sustentável.
O resultado é um guia ao mesmo tempo pragmático e inspirador, que posiciona a confiança como motor de comunidades, organizações e governos. Longe de fórmulas abstratas, o livro oferece caminhos acionáveis para criar ciclos positivos de colaboração e responsabilidade. Ao tratar o tema como infraestrutura essencial da sociedade contemporânea, Wales entrega uma leitura alinhada ao momento atual, com potencial de influenciar desde lideranças empresariais até relações cotidianas.

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CEO da Cia. Tradicional do Comércio, ou CiaTC, dona da rede Astor e de uma porção de outras, como Bráz e Pirajá, Adas assumiu o cargo em dezembro de 2020. Entrou na empresa como chief financial officer (CFO), em 2018, e virou chief administrative officer (CAO) no ano seguinte. Também teve passagens por companhias como Cabify, YPO, Via Varejo e Bioserv.
Como você lida com a passagem do tempo?
Busco estar o máximo presente em tudo que faço, com minha família, meus três filhos e na CiaTC. Meu dia a dia é muito dinâmico, com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. E entendo que, se eu tratar tudo no automático, sem dar a atenção que cada momento merece, sem prazer e intenção real, corro o risco de olhar para trás e ver que nada fez sentido. Quero estar com pessoas que gosto, com quem aprendo intensamente, fazendo coisas que me dão prazer. Se isso estiver acontecendo, o tempo pode passar e está tudo certo, estarei com 40, 50, 60 anos e com a sensação de que vivi bem cada fase da minha vida.
Qual lição mais dura que a vida te ensinou?
Tive a perda de um grande amigo há 2,5 anos, num acidente trágico de bicicleta, jovem (38 anos). Foi muito duro pra mim. Aprendi com ele que a vida precisa ser vivida agora. A gente tende a esperar o momento certo, a aprovação dos outros ou condições perfeitas, e muitas vezes esse momento não chega. Mas o tempo passa e as condições mudam a cada fase da vida. Se tem algo que você quer fazer, que te move, faça hoje. Pode ser tarde demais. Viaje com seus amigos. Com sua esposa, com seus filhos e sozinho. Evite procrastinar e perder tempo com bobagens ou coisas fúteis. É isso que ele me ensinou e tento reproduzir para mim mesmo todos os dias.
Qual legado você pretende deixar?
Quero deixar as pessoas que passaram por mim na CiaTC mais preparadas do que quando chegaram. Mais conscientes, com mais capacidade de lidar com gente e, principalmente, melhores líderes de si mesmas e dos outros. Acredito muito em negócios feitos por pessoas, para pessoas, onde elas evoluem como profissionais e como indivíduos. Se isso acontecer, já terá valido a pena. Meus filhos fazem parte disso. Acredito muito na educação como pilar de transformação, na atitude, na integridade e na forma de fazer negócios e se relacionar. Para mim, valeu a pena se eles forem pessoas do bem, capazes de tomar boas decisões e de construir uma vida com boas relações e alegria.
Qual foi a época mais feliz da sua vida?
Tenho duas. A primeira foi um sabático de nove meses viajando com minha esposa logo depois de casar. Foi uma das experiências mais marcantes que tive, com novas culturas, novos países, gastronomias completamente diferentes e uma sensação muito forte de liberdade. A segunda acontece todos os dias: é chegar em casa, abrir a porta e ganhar um abraço verdadeiro dos meus filhos. Isso, para mim, é felicidade de verdade. Meus 3 filhos transformaram minha vida e minha forma de ver o mundo e do porque estou aqui.
O que você enxerga dos seus pais em você?
Do meu pai carrego a ética, seriedade e dedicação com o trabalho. Fazer direito e o certo sempre. Nunca sai de casa para trabalhar mais ou menos, ou para pegar atalhos. E devo muito disso a ele. Da minha mãe carrego o sentimento de liberdade e amor pela família e pelos filhos, e a paixão por estudar. Minha mãe sempre me incentivou a estudar e ser o melhor da sala. E também a ter minha própria vida, independência, e a viajar sempre que possível.

A Prior Society nasce com a ambicao de reunir, em um so circulo, os lideres que moldam o presente e desenham o futuro do mercado. Uma comunidade cuidadosamente curada por mim, onde o verdadeiro valor esta no encontro entre pessoas extraordinarias, experiencias memoraveis e conversas que simplesmente nao acontecem em nenhum outro lugar.
Para saber mais:
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