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Em um momento em que o luxo busca experiências cada vez mais conectadas ao estilo de vida de seus clientes, a Louis Vuitton escolheu um dos endereços mais exclusivos do interior paulista para apresentar sua coleção Resort 2026. A nova pop-up store instalada no CJ Boa Vista Village, em Porto Feliz, foi concebida como uma extensão do universo da coleção, traduzindo em espaço físico a atmosfera de férias sofisticadas que inspira as novas criações da Maison. Presente no Brasil há mais de 35 anos, a marca reforça sua aposta no país com uma iniciativa que aproxima moda, lazer e hospitalidade em um único cenário.
O ambiente foi desenhado para evocar um verão elegante e descontraído, com referências ao litoral, ao bem-estar e ao escapismo. Materiais nobres, acabamentos meticulosos e vitrines com tratamento “Toyz”, marcadas por superfícies brilhantes, criam uma experiência imersiva alinhada ao espírito global da coleção. A curadoria reúne ready-to-wear, bolsas, calçados, lenços, óculos, joias de moda, bag charms e até acessórios voltados à prática de ioga. Entre os destaques estão as peças em couro Epi de cores vibrantes, a linha Capucines Rattan inspirada no Picnic Trunk de 1982 e acessórios de apelo lúdico como as bolsas The It Can e Bag-Alow, que dialogam com o imaginário das praias da Califórnia.
A escolha do Boa Vista Village não é casual. O empreendimento reúne exatamente os elementos que definem a narrativa da coleção: natureza, esportes, bem-estar e uma ideia contemporânea de exclusividade. Em entrevista exclusiva à Prior Society, Daniela Gontijo, General Manager da Louis Vuitton South America, resumiu a estratégia da marca: “É a primeira vez que um projeto como esse é realizado na América Latina. O conceito inspirado no verão californiano e nas casinhas de guarda-vidas de Malibu é único no mundo: traz uma atmosfera vibrante, lúdica e sofisticada. A curadoria de produtos também é um diferencial, já que a coleção Resort será disponibilizada somente nesta pop-up”. A loja permanece aberta ao público diariamente, transformando uma temporada de moda em destino.

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Em um principado acostumado a servir de cenário para filmes, corridas e histórias de glamour, o La Môme Monte-Carlo decidiu transformar a própria experiência gastronômica em espetáculo. Inaugurado em 2022 no rooftop do Hôtel Port Palace, o restaurante ocupa uma das vistas mais privilegiadas de Mônaco, de frente para o Port Hercule e para o Palácio do Príncipe. Mas seu diferencial está na proposta de transportar os clientes para dentro de uma narrativa inspirada no cinema clássico, em especial no filme To Catch a Thief, estrelado por Grace Kelly antes de se tornar princesa.
O conceito aparece em cada detalhe do projeto assinado pela agência Liautard and the Queen. Tons suaves, toques de azul, madeira quente e formas arredondadas criam uma atmosfera que remete à elegância feminina associada à antiga estrela de Hollywood. Durante o dia, a luz natural invade os amplos espaços com vista para o Mediterrâneo. Ao entardecer, o ambiente muda de tom e ganha contornos mais intimistas, como se o cenário passasse da sessão da tarde para a estreia de gala. A transformação gradual do espaço é parte essencial da experiência concebida pelos irmãos Antoine e Ugo Lecorché, fundadores do Grupo La Môme.
A cozinha segue o mesmo roteiro de celebração da Riviera. O cardápio reúne influências mediterrâneas, provençais, italianas e gregas, com pratos pensados para compartilhar e valorizar ingredientes frescos da estação. É um raro restaurente com jeitão de balada, aliás, tipo Bagatelle, mas com comida irretocável. A proposta combina serviço refinado com uma atmosfera descontraída, inspirada no estilo de vida ensolarado da Côte d’Azur. O resultado é um endereço que captura a essência de Mônaco: um lugar onde iates, cinema, gastronomia e luxo convivem naturalmente sob o mesmo enquadramento.

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Na indústria relojoeira, a corrida por inovação costuma acontecer em frações de segundo. Na Watches & Wonders 2026, porém, a IWC decidiu mirar muito mais longe. O novo Pilot Venturer Vertical Drive não foi criado para pilotos, mergulhadores ou executivos globais. Foi desenvolvido para astronautas. O relógio marca a entrada da manufatura suíça em uma categoria inédita: a dos instrumentos concebidos desde a primeira prancheta para voos espaciais tripulados.
O projeto nasce em um momento em que a exploração espacial comercial deixa de ser ficção científica para se transformar em mercado. Parceira da empresa aeroespacial Vast, responsável pela futura estação espacial Haven-1, a IWC desenvolveu um relógio capaz de operar nas condições extremas do espaço. A peça elimina a tradicional coroa e substitui seu funcionamento por um sistema patenteado de bisel giratório, pensado para ser utilizado até mesmo com luvas de traje espacial. Um seletor lateral permite alternar funções como corda do movimento e ajuste dos horários de referência da missão e da Terra. O resultado é um instrumento concebido para a rotina orbital, onde astronautas podem testemunhar até 16 nasceres e pores do sol em apenas 24 horas.
A ambição tecnológica também aparece nos materiais. A caixa combina cerâmica branca de óxido de zircônio e Ceratanium®, material desenvolvido pela própria IWC que reúne leveza, resistência e proteção contra variações extremas de temperatura. Equipado com o calibre manufaturado 32722, autonomia de 120 horas e exibição simultânea de dois fusos horários, o modelo foi submetido a rigorosos testes conduzidos pela Vast, incluindo vibrações de até 10g, e recebeu certificação para uso na Haven-1. Em um setor acostumado a celebrar heranças centenárias, o Pilot Venturer Vertical Drive chama atenção por outro motivo: foi criado para acompanhar uma das próximas fronteiras da humanidade.

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Em um momento em que os destinos de luxo disputam atenção com experiências cada vez mais extravagantes, o novo Four Seasons Resort and Residences Red Sea aposta em um caminho diferente: o isolamento. Instalado na extremidade leste da Ilha Shura, na costa oeste da Arábia Saudita, o hotel é cercado pelo Mar Vermelho em três lados e ocupa uma das áreas mais reservadas do ambicioso projeto turístico The Red Sea. O conceito transforma a distância em ativo, convidando os hóspedes a trocar a hiperconectividade por um contato mais direto com paisagens praticamente intocadas.
A proposta combina aventura e sofisticação em um cenário que reúne dunas, praias preservadas e um dos maiores sistemas de recifes de barreira do mundo. Com 149 acomodações e 31 residências, o resort oferece experiências que vão de mergulhos em ecossistemas marinhos ricos em biodiversidade a passeios pelo deserto e excursões culturais pelo interior saudita. A arquitetura da Ilha Shura, inspirada nas formas orgânicas dos corais, reforça a ideia de integração entre construção e natureza, enquanto a operação aposta em serviços voltados para famílias e viajantes em busca de descobertas.
Por trás da inauguração também existe uma mensagem econômica. O empreendimento, desenvolvido em parceria entre a Red Sea Global e a Kingdom Holding Company, representa o primeiro resort do portfólio da desenvolvedora criado por meio de uma joint venture. Avaliado em 2,6 bilhões de riyals sauditas, o projeto simboliza o avanço da estratégia da Arábia Saudita para consolidar sua presença no turismo de alto padrão. Alimentado integralmente por energia renovável e concebido sob princípios de turismo regenerativo, o Four Seasons surge como vitrine de uma nova geração de resorts que busca equilibrar exclusividade, sustentabilidade e ambições de transformação econômica.

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A Phillips estabeleceu um novo marco no mercado global de relojoaria ao realizar o maior leilão de relógios já registrado. O Geneva Watch Auction: XXIII, realizado nos dias 9 e 10 de maio no Hotel President Wilson, em Genebra, arrecadou US$ 96,3 milhões e superou os recordes anteriores da própria casa de leilões. Com 225 lotes oferecidos, o evento confirmou a força do segmento de alta relojoaria mesmo em um cenário de incertezas econômicas e geopolíticas, registrando ainda 43 recordes mundiais ao longo de dois dias de disputas intensas.
O desempenho impressionante foi impulsionado por peças raríssimas e pelo interesse global dos colecionadores. Dos 225 lotes apresentados, apenas um não encontrou comprador, enquanto 14 ultrapassaram a marca de US$ 1 milhão. Participaram do leilão mais de 1.815 licitantes de 74 países. O grande destaque foi um raro Patek Philippe Ref. 2523 “South America”, vendido por mais de US$ 10,2 milhões após uma longa disputa entre compradores presentes e lances por telefone. O resultado estabeleceu um recorde para a referência e colocou o modelo entre os poucos relógios de pulso vintage da história a superar a barreira dos US$ 10 milhões em leilão.
Além dos clássicos da Patek Philippe, o evento evidenciou a valorização crescente de relojoeiros independentes e peças de bolso históricas. O F.P. Journe Chronomètre à Résonance “Souscription No. 18” alcançou mais de US$ 6,2 milhões, enquanto o Louis Richard “Triple Detent Constant Force One Minute Tourbillon Chronometer” foi arrematado por mais de US$ 5,1 milhões, estabelecendo um recorde mundial para um cronômetro de bolso. Não à toa, os relógios já ocupam hoje o mesmo patamar das grandes obras de arte, joias excepcionais e automóveis históricos no universo do colecionismo, consolidando uma categoria que continua atraindo cifras cada vez mais elevadas.

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Em um ambiente empresarial dominado por inteligência artificial, transformações digitais e modelos de negócio que mudam em velocidade recorde, pode parecer improvável que um pensador do século passado continue oferecendo respostas relevantes. É justamente essa a tese de O legado vencedor: Por que as ideias de Peter Drucker continuam guiando os líderes da era exponencial, de José Salibi Neto e Fernando Seabra. A obra revisita os ensinamentos do pai da administração moderna e demonstra como seus princípios permanecem surpreendentemente atuais diante dos desafios contemporâneos.
O diferencial do livro está na proximidade dos autores com o próprio Drucker. Salibi foi amigo pessoal do pensador durante anos, enquanto Seabra estudou e trabalhou ao seu lado. Essa combinação confere ao texto uma perspectiva rara, que vai além da interpretação acadêmica. Ao explorar temas como rupturas tecnológicas, gestão do tempo, liderança de trabalhadores do conhecimento e reinvenção dos modelos de negócio, os autores traduzem conceitos clássicos para um contexto marcado pela disrupção e pela necessidade constante de adaptação.
A mensagem central é simples e poderosa: empresas vencedoras não são definidas apenas pelo que produzem, mas pelo impacto que geram na vida das pessoas. Ao apresentar oito princípios fundamentais de Drucker aplicados à realidade atual, o livro oferece um guia prático para líderes e empreendedores que buscam relevância de longo prazo. Em vez de perseguir modismos gerenciais, a obra propõe um retorno aos fundamentos que resistiram ao teste do tempo e continuam orientando decisões estratégicas em um mundo cada vez mais complexo.

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Ao longo de sua trajetória, atuou em diferentes áreas como Design, Mídia e Memória, Arte, Cultura e Moda. Também acumulou experiência com diversos nichos da Economia Criativa, o que contribuiu para sua visão 360 graus do mercado. Atualmente, é diretora-geral do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, onde ajuda a instituição a alcançar seus objetivos estratégicos e a manter a qualidade acadêmica dos cursos oferecidos.
Como você lida com a passagem do tempo?
Hoje, mais madura, eu entendo o tempo de uma forma muito diferente. Tive vidas dentro da minha vida e sempre é momento de encerrar ciclos e ressurgir pronta para outros. O tempo, amadurece, revela, cura e reposiciona.
Qual lição mais dura a vida te ensinou?
Que nem sempre amor é suficiente para manter pessoas, relações ou histórias. E talvez a lição mais dura tenha sido entender que o sofrimento pode ser uma dádiva, faz parte da existência humana. Ninguém gosta de sofrer, mas muitas vezes é atravessando a dor que a gente ressurge mais forte, mais consciente e mais humano.
Qual legado você pretende deixar?
Gostaria de deixar um legado de transformação. Que as pessoas lembrem que eu usei minha voz, minha história e meu trabalho para gerar impacto real na vida de outras pessoas. Seja através da educação, do acolhimento de fé ou da arte, espero deixar a empresa centenária a qual sirvo, mais forte e próspera. E deixar dois filhos que também usem a sua vocação para tornar o entorno um lugar melhor.
Qual foi a época mais feliz da sua vida?
Hoje. Sempre hoje.
O que você enxerga dos seus pais em você?
Vejo força, resiliência e valores muito sólidos. Dos meus pais herdei o senso de servir, a capacidade de seguir em frente, mesmo quando não consigo “ver o chão”. Aprendi que o importante mesmo é a família e as relações que construímos.

A Prior Society nasce com a ambicao de reunir, em um so circulo, os lideres que moldam o presente e desenham o futuro do mercado. Uma comunidade cuidadosamente curada por mim, onde o verdadeiro valor esta no encontro entre pessoas extraordinarias, experiencias memoraveis e conversas que simplesmente nao acontecem em nenhum outro lugar.
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