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FASANO APOSTA EM MILÃO PARA AMPLIAR PRESENÇA FORA DO BRASIL
A marca brasileira de hospitalidade de luxo Fasano dá mais um passo decisivo em sua internacionalização com a chegada a Milão. O grupo, que pertence à JHSF, adquiriu o histórico Palazzo Taverna Medici del Vascello por 52 milhões de euros (cerca de 322 milhões de reais) e vai transformá-lo no Fasano Milano, com inauguração prevista para 2029. O imóvel de 4.000 metros quadrados, datado do século XVI, fica na Via Bigli, no coração do Quadrilátero da Moda, a poucos passos do Duomo e da Galleria Vittorio Emanuele II: um endereço que nasce icônico e alinhado ao público de alta renda que a companhia busca globalmente.
O projeto prevê cerca de 40 suítes, restaurante com a assinatura da marca, spa, piscina, área externa e um Private Members Club. A operação será estruturada por meio de fundo organizado pela JHSF Capital, com participação da JHSF UK e captação junto a investidores institucionais e family offices, modelo que reforça a estratégia de ampliar receitas recorrentes. Para Augusto Martins, CEO da JHSF, Milão combina arte, moda, gastronomia e história, atributos conectados ao perfil do cliente do grupo e ao histórico da empresa no varejo de moda. A escolha do palácio renascentista também reforça a diretriz de ancorar a expansão internacional em ativos raros e de forte valor simbólico.
Milão se soma a uma agenda ambiciosa fora do Brasil. O Fasano já opera em Nova York e Punta del Este e tem novos projetos em Miami e Londres (previstos para 2027), além de Sardenha (onde já abriu o Fasano Al Mare Beach Club e prepara hotel um para 2028) e Cascais, também com previsão para 2028. Com o empreendimento italiano, a rede chegará ao 18º hotel, sendo o oitavo fora do país. No Brasil, mantém operações em destinos como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Trancoso, Belo Horizonte e Angra dos Reis. A ofensiva europeia consolida a ambição de posicionar o Fasano entre as marcas globais de hospitalidade mais sofisticadas do mundo.
@fasano
ARTES
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ARTE EM MOVIMENTO
A Fundação Bienal de São Paulo decidiu colocar a arte na estrada em 2026. Após a temporada no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, a 36ª edição da Bienal de São Paulo inicia um programa de mostras itinerantes que vai percorrer mais de dez cidades no Brasil e no exterior. A largada acontece no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia, entre 3 de março e 19 de abril, marcando a primeira vez que a capital goiana recebe uma etapa do projeto.
O recorte apresentado em Goiás parte do tema “Nem todo viandante anda estradas: da humanidade como prática” e tem curadoria de Thiago de Paula Souza. Reunindo obras de catorze participantes, entre eles Adama Delphine Fawundu, Akinbode Akinbiyi, Ernest Cole, Ming Smith e Oscar Murillo, a mostra também destaca artistas vinculados ao estado, como Sallisa Rosa e o coletivo Sertão Negro, sublinhando o diálogo com o território que acolhe a exposição. A arquitetura expositiva é assinada por Tiago Guimarães.
A itinerância, realizada de forma programática desde 2011, funciona como uma extensão da Bienal: obras e debates apresentados na capital paulista são reorganizados em novos contextos, abrindo leituras inéditas fora do eixo principal. Em 2026, o movimento ganha fôlego ampliado, com passagens confirmadas por capitais como Rio de Janeiro e Curitiba. A estratégia reforça a ambição da Bienal de consolidar-se como evento de alcance nacional e internacional, transformando a arte contemporânea em experiência que atravessa fronteiras (geográficas e simbólicas).
@bienalsaopaulo

O HOTEL QUE VIROU O SONHO DO MERCADO IMOBILIÁRIO
O Fasano Boa Vista, que completa 15 anos em 2026, apostou em um modelo que revolucionou o mercado de hospitalidade de alto padrão no Brasil: o de um hotel inserido dentro de um condomínio de casas de luxo. Localizado nos arredores de Porto Feliz, a cerca de 100 quilômetros da capital paulista, o emp
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