LUXO

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COMO A EXPERIÊNCIA PODE TRANSFORMAR O LUXO? LOUIS VUITTON DÁ O EXEMPLO EM BANGKOK
A discussão sobre o papel das lojas físicas das marcas de luxo na era das compras online é tão antiga quanto os primeiros baús confeccionados pelo artesão francês Louis Vuitton (1821-1892), que fundou sua grife em 1854. Exageros à parte, todo mundo sabe que ninguém vai até uma loja de qualquer grife, hoje em dia, só para adquirir um produto. Vai em busca de uma experiência de compra que a internet é incapaz de ofertar. Daí os esforços de inúmeras marcas para deixar suas lojas físicas mais surpreendentes.
Em Bangkok, na Tailândia, a Louis Vuitton subiu o sarrafo. No primeiro andar do shopping Gaysorn Amarin, uma espécie de Cidade Jardim, a loja da grife é uma das mais reluzentes do grupo, o que não se deve só ao tamanho ou à quantidade de peças expostas. A unidade dispõe de um café e de um restaurante, este sob o comando do indiano Gaggan Anand, o chef mais festejado da Tailândia. Seu restaurante mais conhecido, batizado com o nome dele, é o mais bem colocado no ranking dos 50 melhores da Ásia. Já o Gaggan at Louis Vuitton, como a unidade na maison é chamada, ocupa a 31ª posição.
Uma pirâmide de baús LV indica a entrada do restaurante, repleto de obras de arte e mesas de mármore com desenhos arrojados (paineis de acrílico laranja filtram a iluminação que vem de fora). A atenção aos detalhes não passa despercebida (repare que até a cobertura do capuccino carrega o nome da Louis Vuitton e que até a “argola” dos guardanapos foi confeccionada pela grife). A cozinha expede só menu-degustação, que evidencia a criatividade de Anand, e as sobremesas levam a assinatura do confeiteiro Dej Kewkacha. E há mais uma experiência fora de série: no primeiro andar do shopping, a Louis Vuitton montou uma exposição imersiva, que encanta do começo ao fim, sobre a trajetória da grife.
@louisvuitton

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