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CHAVES QUE EQUIVALEM A ESTRELAS: A NOVA DISTINÇÃO DO GUIA MICHELIN

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CHAVES QUE EQUIVALEM A ESTRELAS: A NOVA DISTINÇÃO DO GUIA MICHELIN

O Guia Michelin , conhecido mundialmente por premiar os melhores restaurantes com estrelas, acaba de expandir seu prestígio para o setor hoteleiro com uma nova distinção: as Chaves Michelin, símbolo de excelência na arte da hospitalidade . A edição de 2025 marca a primeira vez que hotéis brasileiros figuram na lista, reconhecendo a diversidade e o alto padrão da hotelaria nacional. No total, o país teve 20 estabelecimentos premiados, sendo apenas dois com a cobiçada classificação de três chaves — o topo da hierarquia, reservado a experiências verdadeiramente excepcionais.

Os contemplados com a cotação máxima? O Belmond Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu, e o Rosewood São Paulo. Representam propostas opostas, mas igualmente sofisticadas, do turismo de luxo brasileiro. O primeiro, situado dentro do Parque Nacional do Iguaçu, oferece uma imersão única na natureza, com direito a passeios exclusivos ao nascer do sol e jantares privativos com vista para as quedas. Cercado por 185 mil hectares de Mata Atlântica, o hotel combina arquitetura colonial, gastronomia premiada e práticas de sustentabilidade que vão do uso de energia renovável ao apoio a projetos de conservação ambiental.

Já o Rosewood São Paulo traduz o conceito de luxo urbano contemporâneo. Instalado na antiga Maternidade Matarazzo e integrado ao complexo Cidade Matarazzo, o hotel une história, arte e design em um espaço que abriga 450 obras de artistas brasileiros. Projetado por Jean Nouvel e decorado por Philippe Starck, o empreendimento se tornou um ícone arquitetônico na capital paulista. Com restaurantes para lá de badalados e uma torre envolta por árvores da Mata Atlântica, o Rosewood sintetiza o espírito cosmopolita e sustentável da nova hotelaria de alto padrão — a que agora o Guia Michelin premia com reluzentes três chaves.