IAPergunte ao Marcelo, host editorial Prior.

RELÓGIOS

0
A RAZÃO DO APELO CENTENÁRIO DA AUDEMARS PIGUET

- RELÓGIOS

A RAZÃO DO APELO CENTENÁRIO DA AUDEMARS PIGUET

Há relógios que dispensam apresentações. Só o nome já diz tudo. É o caso do Royal Oak, uma das mais conhecidas criações da Audemars Piguet, a maison fundada pelo relojoeiro francês Jules Louis Audemars em 1875. Em 1881, ele se uniu a outro jovem, vizinho dele, que se dedicava ao mesmo ofício, Edward Auguste Piguet (eles viviam em Le Brassus, no Vallée de Joux, na Suíça). A união de forças deu origem a uma das representantes mais icônicas da alta relojoaria. Naquela época, a industrialização ameaçava a relojoaria tradicional, incapaz de competir com a produção em série. Diante disso, Audemars e Piguet dobraram a aposta na produção artesanal com foco em relógios de bolso ultra complicados.

Desenvolvido em 1970 pelo relojoeiro Gérald Genta, o Royal Oak foi lançado dois anos depois e, logo de cara, revolucionou os códigos da alta relojoaria. Foi uma resposta da Audemars Piguet a um contexto no qual os consumidores estavam adotando estilos de vida mais ativos e no qual os esportes radicais começaram a fazer enorme sucesso. O Royal Oak nasceu como o relógio de aço mais caro do mundo, simbolizando universos distintos. Afinal, é ao mesmo tempo refinado e esportivo. Clássico e arrojado. E tanto para momentos de lazer quanto para o trabalho.

Lançado neste ano, o Royal Oak Offshore com cronógrafo automático honra o legado da marca. Para a cerâmica deste modelo esportivo monocromático, a maison optou por um novo tom de azul profundo conhecido como “Bleu Nuit, Nuage 50". A cor é sutilmente contrastada por detalhes em aço inoxidável, incluindo os emblemáticos parafusos hexagonais no aro. Com caixa de 42 mm (são 15,3 mm de grossura), o modelo tem cristal de safira antirreflexo em ambos os lados, ponteiros em ouro branco 18 quilates e marcadores de horas preenchidos com material luminescente. Preço? US$ 93 mil

@audemarspiguet